Outro fruto desta geração trata-se de "Os Verdes Anos" de Paulo Rocha, considerado o grande filme do cinema novo, contando com colaboradores como Nuno Bragança, entre outros. Outra novidade deste filme foi a estreia de Isabel Ruth. É um filme que trata sobre a tragédia, fatalidade e tristeza.
Em 1964, Fernando Lopes realiza "Belarmino", outro exemplo do Cinema Novo português. Este filme trata sobre a decadência de um verdadeiro Boxeur e não se utiliza um actor e carateriza-se pela voz-off. Outro exemplo de Paulo Rocha é "Mudar de vida" e trata o tema da emigração, sendo o primeiro filme em Portugal que tira partido do cinema e cultura japonesa.
Em 1969 é criado o Centro Português de Cinema com ajuda da Fundação Calouste Gulbenkian e tem como objectivo de ajudar na criação de filmes da nova geração.